maio 25, 2016

Lançamentos de Maio - Chiado Editora ( Parte I)



Quem é a criança que não fica triste
quando o seu balão lhe foge dos dedos
e voa bem alto até desaparecer?
E alguém já sabia que todos esses balões vão parar,
afinal de contas, ao Balunário, um lugar fantástico
que só a eles lhes pertence?!
Esta é a história do Bebélão, que um dia escapou
das mãos da Clara e do Luís.
Das suas amizades e descobertas
 lá em cima e, acima de tudo,
da mensagem que foi capaz de transmitir
a todos os balões perdidos:
um Bebé tem muito a ensinar aos mais crescidos
e merece toda a atenção do mundo.





O presente trabalho parte de um artigo do conhecido cronista Germano Silva, publicado no JN em 2013, que por volta de 1780 dava a Quinta da China - “velha de muitos séculos”- como pertencente a João Lopes Ferraz.
Procurou-se então conhecer a sua história e quem foram ao longo do tempo os seus detentores, para além dos Bessa e dos Ferraz, bem como a sua importância como retiro ou entreposto de mercadorias do oriente e do vinho do porto.
Dá-se especial destaque à sua posição estratégico-militar, no contexto das guerras que envolveram a cidade do Porto no Séc. XIX, pelo que se descrevem episódios bélicos lá ocorridos durante a invasão francesa de Soult (onde no dia da invasão de 1809 um filho de João Lopes Ferraz ali foi morto por um soldado francês) e nas guerras liberais (1828-1834).
Nesta procura deparamos com informações sobre um outro irmão, Manuel Lopes Ferraz, ido em jovem para o Rio de Janeiro, onde casou e que mais tarde se veio também a radicar no Porto. Na sua descendência encontramos personalidades que muito se destacaram, designadamente uma bisneta, a Baronesa de Santos, que foi a mãe do Cardeal  D. Américo (2º Cardeal do Reino e Bispo do Porto) e uma trineta que casou com Raoul Mesnier du Ponsard, grande engenheiro da passagem do Séc XIX para o XX, responsável pela construção do funicular do Bom Jesus e do projecto dos vários elevadores de Lisboa como o de Santa Justa ou do Carmo.
Testemunha-se também a saída da posse da propriedade dos descendentes Bessa Ferraz para os pais das pintoras Aurélia e Sofia de Sousa, onde tanto se inspiraram e que tantas vezes retrataram a Quinta e a bela paisagem envolvente.
Actualmente a propriedade, que passou em 1975 dos familiares de Aurélia de Sousa para a família do empresário António da Mota, permanece bem restaurada e mantendo as magníficas vistas para o Douro, agora entrecortadas pelos perfis de esbeltas Pontes do Séc XXI.  




Andy Aaron Ray é um famoso pugilista da década de 60 que perde tudo o que conquistou durante sua carreira de boxeador e ao envelhecer se vê diante da miséria, da culpa e da solidão.
Em 1964, após sair de um coma profundo, é roubado por seu empresário e forçado a deixar o glamour de Las Vegas para viver como um mendigo andarilho no sul dos Estados Unidos, até ser encontrado por um jovem casal de médicos e ser convidado a morar num velho celeiro nos fundos de uma mansão.
Por causa dos duros golpes recebidos na juventude, Andy acaba adquirindo diversas sequelas físicas e emocionais. Mas agora, com 74 anos de idade e doente, ele se encontra num profundo estado de melancolia.
No entanto, quando tudo parece perdido, no início de 2014 conhece Budd, um menino de apenas oito anos de idade que se torna seu amigo e lhe revela os segredos da vida e da morte.
Quem pode ser este menino? De onde ele vem? Por que ele deseja tanto ajudar um velho doente e derrotado?
Uma impressionante história de amor e redenção que levará você a compreender que existe algo maior regendo o nosso mundo. Algo extraordinário que vai além do que nossos olhos conseguem enxergar.




Este livro compõe-se de ensaios e crônicas que abordam as velhas questões ligadas à condição humana, os papéis culturais, a sexualidade, os mitos, a vida em sociedade, os novos comportamentos da pós-modernidade como o politicamente correto, a exacerbação do narcisismo e as redes sociais.
Numa linguagem franca e muito direta, o autor preconiza uma visão de mundo autônoma, propõe a construção de um poder pessoal que propicie independência psíquica, sugere um certo distanciamento do grupo, reavalia a solidão e é categórico ao afirmar que a felicidade é um sentimento que só se molda com as próprias mãos.
Trata-se de uma obra antiamenidades e contra lugares comuns.

Eis alguns títulos dos ensaios que ele denomina “exercícios de anatomia comportamental": 

O flagelo do amor improvável; O sofrimento dos machos Mostrando o cólo do útero; O macho sensível; O poder de baton; O amor – droga lícita; Os horrores da vida privada; Um encontro no labirinto; Os consumidores do sempre novo; A verdade é uma grosseria – entre outros.




A Guerra Colonial usou e marcou algumas gerações de jovens. Muito aconteceu, muito se fantasiou.

"Contos Que Eu Vivi" - são o relato daquilo que foi a realidade vivida dia a dia, descrita na primeira pessoa e do 3º G.C. da C.Caç 3396 - Lenços Negros.
















Colectânea de doze histórias, em que a fantasia e o fantástico se mesclam com o real, dedicadas à infância que amo tanto.



















Uma revolução no inferno é uma recontagem do livro bíblico de Jô, onde o inferno é o estado pessoal que se encontra a humanidade, e a revolução é a forma de vencê-lo.


















Este é um livro baseado em factos verídicos, vivenciados por uma mulher que poderia ser qualquer uma das leitoras adultas do mundo. Uma mulher que amou e detestou vários homens que poderiam ser qualquer um dos leitores. Do início ao fim é um livro que desperta sensações e erotismo. A escrita dos eventos está preparada para invadir o cérebro dos leitores nos sentimentos e na sua intimidade. Porque é verdade, porque é desejado e porque pode ser escondido. No pensamento, no pecado.
Catarina é a promissora Relações Públicas do Futebol Clube do Porto. Natural de Évora, estudou e vive em Lisboa. Desde que descobriu o homem e o prazer, ela expõe, ousadamente, a trama de amores e desencontros que são por ela detalhados com uma precisão crua, erótica e romântica. Um estilo que é pouco comum no romance português. Catarina descobre que é infeliz quando se apercebe que está noiva e não ama. Tornou-se dama do sexo. Começa a relembrar e a iniciar histórias na procura desesperada de encontrar o verdadeiro amor dentro dela e dos homens.
Conta aqui, ao noivo, todas as vezes que traiu, todas as vezes que amou. Tudo porque nunca esqueceu o seu maior amor e que a fará viver de novo, após uma tragédia. Sofia é amiga e confidente de todas as horas de Catarina. Tomás é o noivo de amor e feitio adormecidos e traídos. Há uma sogra antagonista, há traidores e há amantes. Há o Futebol Clube do Porto e as suas atualidades. E há Lisboa que é palco e espetadora. Os homens desfilam no romance como autênticos jogadores que se opõem ao coração das mulheres.
Catarina também se envolve com o clube das Águias mas será alguém improvável que levantará Catarina das cinzas e da promiscuidade. Tomás insurge-se uma personagem psicótica e revela-se. Tudo acontece num ritmo alucinante e de surpresas sucessivas. Numa madrugada, os ponteiros do relógio ‘parado’ de Catarina ganham vida, tudo muda. Mesmo quando o amor foi roubado ou o corpo ficou como uma casa vazia de pessoas ingratas que lá ‘moraram’, Catarina descobre que pode ser feliz de novo.



Quando a vida tem curvas e te perdes, não desesperes... há sempre rotundas para inverteres a rota‼
“Afina” o GPS e aponta-o para o destino que queres agarrar, sê audaz e conquista o novo, conquista o sonho!
Sofia, uma mãe, jovem, é confrontada com o fim do seu casamento, o desmoronar da sua família que a coloca em situação financeira delicada...
Decidida a não desistir de sustentar os seus filhos e lhes proporcionar a realização dos seus sonhos, resolve abraçar um projeto de vida diferente, ser “camionista”!
Apesar de não pertencer a esse “mundo” e de enfrentar inúmeros obstáculos, ousa ser diferente, não desiste e transforma os desafios em oportunidades...
Leva-nos numa viagem de uma vida, num mundo de homens, novo para ela, que acaba por conquistar a pouco e pouco, aprendendo com os erros que comete, deixando-se levar pela descoberta e o despertar de uma nova “princesa”, que qual fénix renasceu das suas próprias cinzas...
Esta é a história que podia ser de qualquer um de nós, uma viagem real mas também metafórica, de crescimento e evolução enquanto ser humano...




«(...) Um começa o conto, o outro continua, o primeiro regressa, o segundo recomeça, e sempre assim até se acabar e se dar um título.
O que começa um conto é sempre quem o não acaba.
O primeiro nome debaixo do título de cada conto dá nome ao que o começa.
O seguinte é começado pelo que acabou o anterior.
Um continua sempre a história do outro, sem combinações ou ensaios gerais, numa cadeia sem cessar, sôfrega das energias que brotam um do outro.
E assim se construiu esta obra.
Entre retratos impressos e silábicos de gente que nunca vimos mas que tão bem conhecemos…»











O sonho ditado pelas cartas terminou com o pior dos pesadelos. Cada um para seu lado.O Joca revoltado por ter de assumir que foi um erro apaixonar-se por uma menina 16 anos mais jovem e ferido no mais profundo do seu ser por mais uma vez, a mulher que ama o surpreender da pior forma possível, afoga as mágoas nas taças de champagne que deveriam felicitar a entrada do novo ano. Nem sequer quer ouvir o nome da Michelle e por impulso até o Pepito lhe retira. “Como poderia ser responsável por um bebé se nem tomar conta de um cão é capaz?” Abandonada pelo amor da sua vida, só por pensar… A Michelle apanha um voo para casa e passa o Réveillon sozinha, longe de tudo e todos. Exausta após as 24h mais delicadas da sua vida, adormece sem saber se terá o apoio incondicional dos pais ou se aos olhos deles quebrou todas as regras e terá de cumprir UM ANO a servir cafés. - Este era o acordo! Será que em oito meses o amor supera a dor da perda? Os fantasmas do passado? O ódio da rejeição? A cegueira do ciúme? Que terá feito a Michelle para provocar a ira dos Deuses e ver desmoronar o seu Mundo…  Uma apaixonante história de amor que prenderá o leitor da primeira à última página.


                                                    Continuar...             

2 comentários:

Luiza Helena Vieira disse...

Oi, Carol!
Eu gostei muito de A Princesa Sofia e a Fada Trapalhona.
Beijos
Balaio de Babados

Postando Trechos disse...

Gostei desse "O 501". Fiquei curiosa. :D

Beijos,
Postando Trechos

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