dezembro 30, 2015

(Blogagem Coletiva) 2016 já chegou?

E aí galera?É claro que não poderia faltar(também) um post explicando sobre o Ano Novo.Ok, não exatamente explicando, mas falando sobre nossos sentimentos.Toda virada eu sinto que uma grande parte de mim fica lá no passado e isso, geralmente, leva algumas lágrimas embora.Sei que esse ano não será diferente, porque todo mundo por aqui chorou,riu e até achou que esses malditos dias não teriam um fim,certo?Minha vida foi uma montanha-russa esse ano.Ainda bem que agora, até 2016, posso respirar um pouco :) 

Vamos ver o que o Ano Novo significa para nossos amigos blogueiros?

1) Carol Hermanas
Virada de ano.Mudanças.Planos.Objetivos.Sorrisos.Risadas.Desafios.Choros e claro, muito amor.


2)Letícia Sobrinho
 Aquele momento do ano em que eu faço um balanço de tudo. O que deu certo e posso continuar. O que deu errado e preciso mudar. O que quero para o próximo ano e como vou conquistar. Não se trata só da listinha de metas a cumprir. É como “renovar o contrato”. Trata-se de uma promessa que eu faço para mim mesma, de continuar correndo atrás dos   meus   sonhos.   De   nunca   perder   minha   essência,   mas   sempre   mudar algumas coisas para melhor. Tento   manter   essa   luz   viva   dentro   de   mim   sempre,   isso   é   verdade.   Mas Dezembro é tempo de renovar o “contrato de amor por si próprio”, é o momento de lembrar que essa luz de esperança, amor e sonhos dentro de nós nunca pode apagar. É um ano indo embora, o outro chegando e a gente renascendo.É o fechamento de um ciclo e a preparação para outro. O momento em que eu pego o que foi bom do ano que passou e guardo bem lá no fundo do peito, nagaveta   da   saudade,   aquela   saudade   boa,   que   nos   mostra   que   as   coisas valeram a pena. Já o que foi ruim, eu guardo na gaveta das experiências, dos aprendizados. Com   tudo   em   seu   devido   lugar,  é   possível   abrir   as   portas   para   um   anorealmente novo. Porque não adianta só trocarmos o último dígito na data. O ano vai virar, inevitavelmente, mas quem faz ele ser novo, de verdade, é você.


2) Caverna Literária
E o ano novo nada mais é que essa junção, incluindo um elemento importante: a oportunidade. Novas chances, momentos, realizações, uma perspectiva positiva do que tem por vir. Pra mim, o ano novo é a data que vou pra praia pular ondinha e ter aquela sensação única que só essa época é capaz de transmitir com tanta intensidade: a esperança.


3) As Besteiras Que Me Contam
Já o Ano Novo é aquele negócio de novas promessas e novas esperanças, não vou dizer que comigo é diferente, mas vai dizer que viajar com os amigos não é legal também?!
De qualquer maneira esse é época de estar com quem gosta. Esse é o significado para mim!

E aí, vocês também curtem o Ano Novo? :)

Xoxo,

Carol

dezembro 29, 2015

(Desabafo) Porque não vendemos pessoas?

Eu não sei o motivo pelo qual esse "estalo" veio do nada, mas talvez tenha sido um despertar para uma realidade bruta e estranha.Ok, você aí, parceiro blogueira(a), deve estar se perguntando o que significa esse título meio doido,né?Vou dar a minha opinião sobre um determinado assunto bem aqui.Esses dias eu estava conversando com uma pessoa e daí a naturalidade com que falava de comprar um bicho na loja me deixou insegura e com medo da nossa sociedade.

Vocês gostam de cachorros,gatos e bichinhos assim?E sabem o porquê eles são COMPRADOS por essas mesmas pessoas?Como dito anteriormente,  não consigo entender como essa pergunta formou-se na minha mente, mas senti uma vontade extrema de discutir e desabafar com vocês.Quero dizer, existem lugares em que animais são vendidos perfumados, de barrigas cheinhas com uma ração pra lá de cara, e com uma carteirinha que comprova toda essa palhaçada?E com isso, um pensamento avulso me atormentou: se os bichos são vendidos assim como um produto qualquer, porque o ser humano continua sendo o "rei da cocada"?O cachorro( ou o gato, sei lá) não é um objeto que pode ser usado por qualquer pessoa e depois jogar fora.Eu fico indignada como tem TANTAS pessoas nas ruas e calçadas passando fome e com outras necessidades e...cadê voluntários para ajudar esses sim que necessitam ser tratados e não COMPRADOS?
Isso é mórbido e talvez façamos sem perceber a gravidade do assunto.Mas você aí, não acha melhor DOAR um bichinho?Pense nisso...viver e comer e fazer tudo o que precisamos fazer não nos dá o direito de vender ALGUÉM.Por isso, NINGUÉM pode ser posto assim na vitrine de uma loja.

E vocês?Quero sabe a opinião de cada um.

Beeijo ;)

Carol

dezembro 28, 2015

(Day Together) Day twoo

(Foto:We Heart It)

O assustador não é o sentimento, mas o que tem feito em meu coração.Nunca tinha reparado no modo como cuidava da minha alma até...eu precisar de mim mesma para uma missão impossível e não encontrar nada.Mentira.Peguei uma parte em que seu íris estava dentro do meu.E assustou.A possibilidade de ser parte duma alma é ao mesmo tempo insana e deliciosa.

Ele veio correndo.Eu gritei “ajuda” e meia hora depois, aqui na minha cama, assistimos á um filme qualquer, nos prendendo á esse amor que nunca nos abandonou quando mais precisamos.E o engraçado de desenhar um coração na parede do meu quarto é que...você nunca sabe quando o seu companheiro vai pintar a figura para liberar os demônios da mente dele também.O amor é essa sensação sublime de sentir tudo numa coisa só: o amor é um.

É Natal e o tempo nos trapaceou. Sentimos falta de sossego, de sorrisos sinceros, dos presentes que chegavam, dos abraços familiares e tantas outras coisas.E a loucura nos cega, sometimes.E quando o barulho é tão alto que não conseguimos escutar a inocência de um Papai Noel que nunca chega, escapamos dentro de nós dois.E eu nunca tinha aberto um presente tão bonito.

E enquanto você está aqui, contando sobre os seus problemas, penso no quanto temos sorte.De ter um mundo em pedaços, mas termos almas que se completem no espaço.Eu te amo tanto que não cabe nesse sentimento que se infiltra no seu olhar toda vez que o coração quer falar.



 Xoxo,

Carol :) 

dezembro 23, 2015

(Blogagem Coletiva) O quê o Natal significa?

hohohohohohoohh!E aí, alguém aqui também fica animado(a) com a época de Natal?É a data preferida do meu ano, porque sei lá, me traz lembranças boas.Sempre me faz lembrar o quanto gosto de montar a árvore com minha mãe e do quanto gosto de dar boas risadas com as pessoas que mais amo :) 
Claro que o blog não ficaria de fora né?O meu namorado(ele é produtor,assistente,amigo,entre outras funções) fez o layout fofo que vocês estão vendo nesse mês.E eu fiquei semanas pensando numa coisa bem legal que alguns pudessem participar também, porque né, sem a presença dos leitores, o que somos?Tive a ideia de fazer esse post perguntando para três pessoas o que significa o Natal e o Ano Novo para eles(elas).Vamos ver?

1) CarolHermanas ( ou no caso,eu,rs) 
Eu costumava acreditar em Papai Noel.Eu amava Natal porque ganhava livros.Amava montar a árvore de Natal com minha mãe.E principalmente amava essa data porque todos os primos se juntavam e na minha concepção, era muito mágico.Crescemos, amadurecemos e conhecemos os erros dos outros,certo?E não sei porque, mas a magia se perdeu um pouco.

2) Caverna Literária
Além da comida e dos presentes, que são partes beem legais, o Natal pra mim é a data em que as famílias se reúnem para comemorar. Celebrar o ano, a ocasião, a saudade, a união, a vida.

3) As Besteiras Que Me Contam
Um dia eu fui religiosa e o Natal significava um montão de coisas - religiosas (claro), aí minha vida mudou drasticamente, mas o Natal continuou a ser uma data importante, minha família se reúne e eu uso o para recarregar a pilha da bondade e ternura no meu coração, porque durante o ano ela vai perdendo energia, sabe? Então o Natal é um momento mais significativo, mesmo não tendo mais relação com a religião.

3) Letícia Sobrinho 
É tempo de se reinventar.Quando eu era criança, a época do ano que eu mais gostava era a que está prestes a chegar, Natal e Ano Novo, gostava mais disso do que do meu próprioaniversário. Eu era a menina que no dia 24, antes de dormir, colocava capim(juro, era capim de verdade) embaixo da cama, dizendo à minha mãe que erapara   as   renas   que   trariam   o   bom   velinho   até   minha   casa.   Eu   tinha   que agradecê-las de algum jeito, né? Eu também deixava uma barra de chocolate ou um bis do lado do capim, que era um agradecimento ao próprio Noel. E meu Deus, como tudo isso era mágico, a expectativa, a magia e a alegria daquela noite. Acordar no dia seguinte e ver meu presente então, era melhor ainda. E ah, nem o capim, nem o chocolate estavam mais lá. Eu havia deixado Papai Noel e suas renas felizes. Isso tudo era o mais incrível do Natal pra mim.Lógico, o tempo passou e eu acabei descobrindo sozinha que não existe Papai Noel e que era minha mãe o tempo todo, que colocava meu presente embaixo da cama (e comia o chocolate). Não foi uma descoberta traumática como eu sei que é pra algumas crianças. Eu simplesmente cresci e vi que não me encaixava mais naquele tipo de Natal. Mas, isso não quer dizer que a magia dele tinha que morrer. Pelo contrário. Ela continua viva, mas de outra forma.Hoje, o que faz o Natal (e sempre  de mãos dadas com ele, o Ano Novo)continuar sendo minha época do ano preferida não é mais o Papai Noel, nem as balas (apesar de eu continuar chupando todas sozinha, hehe) e nem os presentes.  O que me faz amar essa época é a luz que ela trás.Mas como assim luz, Letícia? A dos pisca-piscas? Não. É a luz que se acendedentro   de   mim.   Aquele   sentimento   bom,   de   paz,   de   recomeço,   de renascimento.

Eu desejo que vocês tenham um Natal abençoado e com muitas alegrias e muitos presentes <3

Xoxo,

Carol :) 

dezembro 22, 2015

(Semana de Natal) Árvore Literária

Olá pequenos leitores( e leitoras) mais legais do meu Brasil.Como estão?Estou aqui nessa semana linda e cheia de magia(ahahaahah) para mostrar a árvore de Natal do MEU quarto.
Eu já tinha visto algumas blogueiras fazendo esse tipo de árvore e resolvi tentar também.
:) 









E aí, gostaram? :) 


Xoxo,

Carol

dezembro 21, 2015

(Desabafos) Sobre religião!

Falar sobre religião na atualidade é tipo falar sobre sexo com uma menina que nunca manteve um diálogo bom com a mãe sobre a vida em geral,né?É uma espécie de tabu que todos criam.

Escrever sobre esse assunto me fez refletir que talvez algumas pessoas não concordem com meu ponto de vista, mas descobri que escancarar isso é um jeito de confirmar quem sou eu.Parece meio louco, mas vou explicar melhor.Nasci numa família católica, com o costume de ir á Igreja aos domingos e manter isso até o final...até o dia em que meu pai se invocou com uma moça e nunca mais fomos á uma missa.Não sei explicar como foi me desapegar com isso, porque sentia falta de algo á mais.Passei alguns anos apenas rezando em casa, mas nunca perdendo a fé.E estava tudo bem.

Meu avô era vidente e conhecia muito bem a doutrina espírita, sendo assim, minha mãe tinha essa outra visão de mundo( que no meu entendimento era insano)mesmo nos ensinando que o Catolicismo era importante.Eu não sei como e nem porque, acabei envolvida nessa doutrina e sinto uma paz quando estudamos o Espiritismo que vocês nem imaginam.Ok, nego-me á dar uma aula dessa "religião" aqui, mas só queria estabelecer( e relembrar alguns conceitos).

1: Religião tem o significado de se religar com Deus, então pra quê tanto preconceito com os evangélicos ou com qualquer outra religião?O que não considero( NA MINHA OPINIÃO) importante são os dogmas que criam, mas cada um é cada um.O importante é a sua fé.
2: Você pode ser católico,espírita ou qualquer outra coisa.Tem a liberdade de escolha para seguir todas as religiões, se assim preferir.

Porque resolvi falar sobre isso?Muitas pessoas que conheço também fazem parte da doutrina espírita, mas tem um certo medo de falar.Eu não tenho mais.O Espiritismo me salvou de um grande abismo e sou grata eternamente pelas pessoas que conheci e pelo conhecimento  dado.

E vocês?Sofrem muito por causa da religião que seguem ou não?

Xoxo,


Carol :)

dezembro 18, 2015

(Flashbacks) As 6 coisas mais legais de 2015!

Feliz(quase) ano novo.Eu acho que uma das tarefas mais complicadas e que muitas vezes anulamos é a de vivermos os dias de 2015 novamente,né?Quero dizer,somos obrigadas(os) á lembrar de cada minuto que choramos,sorrimos e até comemoramos.Ou nos perdemos.Ou nos reencontramos.São tantos momentos que cabem num sorriso ou até mesmo naquele choro que seguramos.

Vi um post no blog da Bruna Vieira sobre isso.Ela inventou uma tag que consiste em relembrarmos das 15 coisas( ou pessoas) que mais marcaram nosso ano.É uma forma de mandar para longe esse negativismo todo que o mundo se encontra e reunirmos uma boa porção de paz,hm? Não consegui falar sobre 15 coisas, mas listei algumas.Ok, vamos lá ao flashback do meu ano.

1) Poesia!
Eu escrevo poesias desde que completei meus queridos treze anos de idade e sempre será o o tipo de texto favorito para me expressar.Há um ano( quase dois) mais ou menos, Paulo D'Auria deu uma oficina literária aqui perto da minha casa e foi onde o conheci.Um belo dia( e sério, nunca vou me esquecer disso) ele me convidou para esse pequeno "grupo de poetas" que se encontravam aos sábados apenas para escrever poesias.No começo, fiquei meio receosa, porque sei lá..achava a poesia tão minha.Não sabia ao certo como seria me expor assim.O que aconteceu na sequência foi muito bonito: de repente, eu me vi em cima do palco, recitando uma poesia que escrevi uma semana antes falando sobre o meu padrinho que acabara de falecer.E todos estavam ali.Os poetas que conheci,digo.E eu senti uma paz TÃO grande que não sei mensurar.E eu não parei.E eles também não.Nós participamos de váááários Saraus e eu realmente comecei a me sentir dentro de uma família linda.E sabe, tem sido um grande desafio.Eu costumava ser a garota quietinha da sala de aula que era muito tímida para perguntar alguma coisa para a professora.Eu costumava ser a que não tinha muitas amigas.E agora, quase todos os finais de semana, tenho um palco, uma poesia e muitas pessoas prestando atenção no que sinto.Sério.Nada parece tão libertador quanto isso.

2) O blog!
Eu tive vários blogs.O primeiro, meio inocente e bobinho, tinha um layout simples e uma história sobre uma tal de Cinderela.Ela era confusa e não sabia muito bem se escolhia o garoto pelo qual era apaixonada ou o que era bonito.Enjooei e apaguei.Criei muitos outros depois desse, mas eu nunca sabia para qual direção seguir.Então, comecei a cursar Letras e nesse ponto, todo mundo que gostava de ler estava criando um blog para falar sobre Literatura e resenhar histórias que mais gostavam.Pensei e desisti várias vezes.Julgava minha capacidade de conseguir escrever uma resenha que todos fossem gostar.Pensei de novo, fiz uma resenha bem simples do livro que tinha acabado e publiquei nesse novo blog que ainda não sabia direito  do que se tratava.E as pessoas comentaram.E gostaram.E até leriam aquele determinado livro porque minha resenha era boa demais.Terminei a faculdade e resolvi me dedicar integralmente ao blog.Comecei a postar com mais frequência, a realmente me infiltrar nesse mundo louco da blogsfera e quando dei por mim, estava eu inscrevendo o blog para ser o novo parceiro da editora Arqueiro.Lembro de ter sido um dia péssimo quando recebi esse e-mail que mudou tudo.O meu blog era parceiro da editora.Cara, como lidar com isso?Para quem está começando, sabe como é lindo :). Obrigada á vocês por me incentivarem tanto e pelas amizades bonitas que vou guardar pra sempre <3 



3)Fight Song by Rachel Platten!
Uma das coisas pela qual amo o blog é que sempre fui inteiramente sincera com vocês.Seja num texto pessoal ou uma interferência de sentimentos meus numa resenha sobre um livro muito triste.Sério.E vocês sempre tiveram os melhores comentários, porque olha só, esse ano foi o pior-melhor-tumultuado.Nunca tratei o blog como um trabalho,sabe?Eu sempre esperei pelos comentários de vocês, porque sempre me fizeram mais forte e mais adulta.E claro,bom, tenho aqueles dias em que a solidão é necessária.E são nesses momentos mais sombrios que gosto de escutar músicas que me fortalecem.Fight Song foi uma daquelas que encontrei por acaso e que escuto a replay mentalmente.Tem uma mensagem tão forte e positiva sobre nunca desistir do que realmente quer.Durante esse ano, me perdi diversas vezes, fugi e desisti.E voltei para o lar, de novo.Parece um círculo vicioso, mas sempre que sinto uma ponta de tristeza me pegando de jeito, escuto essa música e pronto, tudo fica bem.Porque todo mundo tem dias complicados,né?E nem é por isso que você precisa se achar a pior pessoa do universo.Se perder é um jeito de se encontrar também.

4) Conhecer novas pessoas
Como disse no outro tópico, sempre fui muito tímida.E tudo bem, eu lidava muito bem com isso.Tinha a escrita, uns livros meio Disney e umas músicas bobinhas.Você cresce,amadurece e de repente, quer experimentar a vida adulta.Sair da zona de conforto.Eu fui para o forró com minha irmã, eu fiz um curso novo sozinha e como disse, recito poesias minhas na frente de pessoas que mal conheço.Eu me venci.Tenho essa coisa de achar que fulano não vai gostar de mim ou de ciclano me achar chata demais.E descobri que...quando você é quem sempre foi ou quem quer ser, as coisas ficam mais facéis.Não precisa de uma máscara bonita ou de um sorriso falso, apenas a sua personalidade exposta em seus gestos.Demorei muito tempo para revelar a mim mesma o que gosto, o que odeio, o que suporto, o que vivo ou o que quero, mas..deixa eu te contar um segredo...as melhores pessoas estão nas ruas, o que lemos nos livros são apenas reflexos delas.Saia e veja como a vida pode ser muito bonita :)

5) O amor!
Já escrevi poesias, já escrevi textos, já escrevi homenagens, mas parece que nada nesse mundo vai expressar o que sinto por esse meu namorado-melhor-amigo.Ele me deu a mão.Me deu o coração e me deu o mundo em troca de um sorriso.Ele aprendeu a gostar de Saraus de poesia, aprendeu a se entregar nos versos e..eu o amo,apenas isso.Ele tem sido a minha força em muitos momentos e sempre está lá quando grito.Ás vezes, não temos alguém na hora que mais precisamos, mas se você abrir bem os olhos( sério) você vai ver o que precisa está ali.No sorriso que nunca desmancha.Na poesia que sempre se escreve sozinha.No abraço que sempre aconchega.No beijo que nunca desgasta.

6) The End!
Esse ano foi de auto-descobrimento.Ainda não sei o que fazer com minha vida.Não sei se o blog vai dar certo, se vai virar meu trabalho futuramente, não sei se vou continuar com a poesia e não sei como será 2016, mas...se tem algo que aprendi com a música da Rachel Platten é que..."Eu não estou nem aí se ninguém acredita, mas eu ainda tenho a força dentro de mim."
E aí, como foi 2015 para vocês? :) 


Xoxo,

Carol

dezembro 17, 2015

(Andando por aí) Day Three

Ele nem percebe.
Com o celular quase grudado na mão direita, ajeita a gravata com a esquerda.Toma apenas um segundo para respirar e quando dá por si, está um minuto atrasado para a reunião.Controla as palavras que querem sair de um modo grosseiro, por isso prefere ignorar todo mundo "impacado" á sua frente.Respira fundo.Respi..e puft!

Ele tropeça.Eu ergo os olhos.

Ele olha para o celular no chão,incrédulo.Apenas pego suas coisas na calçada e sigo em frente.E contribuo com meu próprio crescimento: não consigo acreditar como as pessoas andam cegas para a vida.
Como o cara que acabei de esbarrar...ele poderia pedir desculpas ao menos, mas estava tão concentrado no próprio celular que foi incapaz de pronunciar qualquer pedido.Olho para trás e o vejo de terno cinza e digitando rapidamente algo no celular recuperado."Espero que ele esteja bem e não negue em olhar as belezuras da vida", penso, a típica menina-poetisa que tem uns versos bonitos na cabeça para escrever sobre a cena que acabou de lhe ocorrer."Espero que nunca seja tarde demais para pegar de volta o que nunca foi visto com outros olhos", penso para concluir minha observação.Se apertarmos o nosso botão de "pausa", talvez um mundo inteiro se abra á nossa frente sem que percebamos.

Puft!




Xoxo,
Carol! 

dezembro 15, 2015

(Rapidinhas Literárias) Leituras atrasadas

Eu fiz uma espécie de "meta" para minhas leituras.O objetivo era escolher alguns livros para o mês seguinte( e assim por diante) e mostrar aqui para vocês.Fiz até uns papelzinhos com nomes dos livros que tenho aqui para sortear todo mês e assim descobrir a leitura da vez, mas eu me enrolei em novembro e me perdi toda,rs.No final das contas, todas as resenhas que prometi para novembro ficaram para dezembro.

Pretendo terminar todas até o final do ano, e em janeiro de 2016 começamos tudo de novo e vamos ver se me programando desde o começo do mês consigo atingir minha meta.Vocês também tem alguma coisa do tipo que usam para estabelecer objetivos a si mesmo ou não?Eu sou a única louca?HAHAHAHAHAH.; 
De qualquer forma, me perdoem.Prometo que 2016 serei mais comprometida :)



Xoxo,

Carol

dezembro 14, 2015

Chegoooooooooooooooooooooooooooou! #6

Eu adoro escrever esse post.Estou um pouco atrasada, porque o correio demooooorou para chegar este mês.No entanto, foram essas duas histórias que me deixaram interessadas o suficiente para fazer o pedido de novembro :) 


William P.Young - Eva 
As Crônicas Das Irmãs Bruxas I - Enfeitiçadas - Jessica Spotswood 


Gostaram das minhas escolhas?




Xoxo,

Carol.

dezembro 11, 2015

(Desabafos) Arte paga?

Essa questão é complexa.Esses dias, eu estava conversando com um amigo poeta, e ele insatisfeito com a empresa que trabalha( porque os caras simplesmente não o pagam), me disse que a poesia deveria ser renumerada.Nós participamos desse grupo grande chamado "Poetas do Tietê"( como já citei váááriiiiias vezeeeeees), e estamos participando de vários Saraus e eventos grandes.O retorno?São as pessoas que gostam de nossas poesias...mas não é necessariamente uma arte que dá pra viver apenas disso,sabe?E eu simplesmente soltei: - Mas será que se fôssemos pagos, teríamos esse mesmo pique?Teríamos esse escape do nosso dia-a-dia?E isso realmente me fez parar para pensar.

Você, caro leitor(leitora), escreve,canta ou faz qualquer coisa do tipo?Vai entender o meu ponto de vista.A arte que usamos para nos expressar é uma espécie de hobby.Algo que nos tira fora do nosso cotidiano maluco e sem sentido,certo?Se houver uma recompensa por isso, vai parar de ser um coisa prazerosa de se fazer e  vai virar uma obrigação,certo?Não estou dizendo que seja errado, mas estou afirmando que precisa ser apenas(talvez) uma consequência, e não um objetivo.Eu fujo quando estou num Sarau ou quando vou para algum evento grande com eles e cara, posso fazer isso a minha vida inteira sem ganhar absolutamente nada.Vocês não sabem como é recitar uma poesia que escreveu e recitar para mais de cem pessoas.O sorriso, o abraço e esse tipo de gesto são presentes que recebemos( ás vezes) de pessoas generosas com nossos corações.E posso dizer?Eu posso lidar com isso.Talvez eu saia do meu emprego atual e vá para outro por qualquer outro motivo, mas a poesia sempre será a minha válvula de escape.E não há dinheiro que pague por isso.

E aí, vocês concordam comigo ou acham que estou errada?


Comentem aqui :)
Beeijo!



dezembro 10, 2015

(Projetos Literários) 2016!

Hello people, como estão? Eu vim aqui hoje apresentar(rapidamente) meus projetos literários para 2016.Se alguém já tiver algum planejado, comentem no post, porque se eu gostar, vou tentar seguir também! :) 

1) Projeto Jane Austen
Para quem não sabe ainda( costumo omitir esse fato,rs) eu cursei Letras na faculdade.Estudamos Literatura Inglesa e me apaixonei por muitas escritoras, as histórias em si que envolvem esse mundo insano e no meio disso tudo, vimos um tico de nada da Jane Austen.Acredito que estudar a Literatura Feminina é tão importante quanto outro tipo de Literatura.Ainda não descobri como abordar isso nos posts de 2016, mas definitivamente é um projeto que seguirei.


2)Projeto Rory Gilmore
Alguém aqui assistia Gilmore Girls?Era uma série que passava antigamente na Warner e retratava a vida de uma mãe e filha.Mostrava os problemas e o cotidiano de uma família que sobrevivia sem o pai por perto.Rory cursou Jornalismo na faculdade e era fanática por livros.Alguém, não sei quem, inventou esse projeto para ler toooodos os livros que a garotinha nerd leu ou citou durante a série.Interessante,né?


3) Projeto O que é Literatura?
Acho que o termo em si ou outras coisas que o envolvem são muitos "soltos".Há TANTA coisa que podemos explorar nesse mundão literário,certo?Então, de alguma forma bem diferente( e não só escrevendo posts com dez mil teorias), quero exemplificar a Literatura para vocês.

Por enquanto, só tive essas ideias.Alguém tem mais alguma?Aceito sugestões e indicações,rs.

Beeijo :)

Carol

dezembro 09, 2015

(Indicações literárias) Minha lista de leituras no wattpad!

E aí galerinha, beleza?Hoje vim apresentar aqui algumas obras que estou(viciada) lendo no wattpad,ok? Comentem quais são os favoritos ou favoritas de vocês também,ehehehe.


Vocês podem conferir os capítulos aqui 

Tatiana passou por grandes mudanças em sua vida. Viajou para fora do país, deixando para trás sua família, sua igreja e Bernardo, seu grande amor. Anos depois, ela retorna para casa e não é mais a mesma garotinha assustada que desembarcou em Nova York. De volta ao interior do Rio de Janeiro, Tati tem tudo o que poderia ter desejado na vida: é uma roteirista formada e namora Nick, o cara dos sonhos de qualquer garota. Mas, quando revê lembranças do passado, algo começa a incomodá-la. Quando foi que ela se afastou tanto de Deus e de tudo o que acreditava? Sua mente começa a entrar em conflito, com tantas perguntas sem resposta. Numa tentativa de dar um tempo de seus pensamentos conturbados, ela aceita a proposta dos pais e decide passar um final de semana no retiro de jovens de sua antiga igreja. Tati sabe que seu relacionamento com Deus está por um fio e isso começa a afetar outras áreas da sua vida, mas até onde ela estará disposta a ir para recuperar a fé? Será que um final de semana pode mudar toda a sua história?
    
    Embarque com ela nessa viagem de perdão e cura e deixe que Deus dê a resposta para todas as suas dúvidas...



Esse livro já está finalizado, mas a escrita da Bruna é fabulosa.Vale muito a pena conferir aqui

Calíope Medina tem certeza absoluta de que está ficando louca. Entre cinco irmãos e uma mãe sem nenhum juízo, ela nunca foi exatamente expert em viver uma vida normal. Mas a situação sai dos eixos quando seu futuro padrasto trás consigo mais quatro filhos, e agora sua nova residência parece habitar a população de um pequeno país.
    Ela acaba de se mudar para a cidadezinha onde o Novo Padrasto mora e podia jurar que não tinha como piorar... Até conhecer João e a Lei de Murphy mais uma vez provar a sua força.
    Esqueçam o nome esquisito, ter que se adaptar a um novo colégio no meio do ano ou o fato de que metade do corpo de alunos divide o banheiro de casa com Cali. O Destino - ou quem quer que seja o ser mítico que adora sacaneá-la - lhe apresenta uma opção impossível, e ela não sabe se conseguirá ignorar a atração irrefreável vivendo com ele sob o mesmo teto.


Morte não é fim. De fato, para mim, a morte foi apenas o começo.
As circunstâncias nada convencionais do dia em que morri me permitiram chegar a Cidade de Prata; o Paraíso. No entanto, o Paraíso não pode mais ser chamado assim, pois os primeiros inimigos dos anjos ressurgem do Abismo para acabar com a Utopia.
Dá-se inicio a Segunda Guerra Celestial.
O problema, porém, é que eu me torno o centro desta guerra por possuir a única arma capaz de destruir de vez os Filhos do Abismo, como são chamados. Os anjos buscam esse segredo para acabar de vez com os inimigos, enquanto eles tentam de todas as formas capturar-me para que essa arma não caia nas mãos dos anjos. Em outras palavras, eu me torno o centro da Guerra.
Eu tenho uma promessa a cumprir. Prometi a Elena que voltaria para ela de qualquer maneira! Cumprirei a promessa, mesmo que ela não se lembre dela.

Vocês podem conferir a história aqui


 As minhas listas 
 Expectativa. Surpresa. Confusão. Mal entendidos. Felicidade. Amor. Paixão. Comemoração. Fuga. Liberdade. Propósito. Eternidade. Companheirismo. Lágrimas. Risadas. Sorrisos. Eros. Filos. Ágape. Casamentos. 

A cada capítulo, uma história diferente envolvendo alguns ou todos esses sentimentos. Antes e depois do "eu aceito" e do beijo no altar muitas águas rolam. E a intenção de "I do" é deixar elas fluírem.

Tem textos beem fofos e românticos.Vale muito a pena conferir aqui





E aí, e vocês?Tem mais alguma história no wattpad ou em qualquer outro lugar que me indicariam? :) 

Beeijos

Carol



dezembro 07, 2015

(Resenha) Geek Girl 2 - Desastre Fashion!

Informações técnicas
Título: GEEK GIRL VOL. 2: DESASTRE FASHION
Idioma: Português
Páginas: 272
Ano de edição: 2014
Edição: 1ª
Editora: Fundamento

                          Sinopse
Meu nome é Harriet Manners e eu (ainda) sou uma geek! Ter entrado por acaso no mundo da moda não transformou Harriet em uma modelo perfeita da noite para o dia. E nem acabou com seus problemas. Na verdade, parece até que as confusões só aumentaram. Annabel, sua madrasta, está grávida e talvez o bebê tenha tirado literalmente de Harriet seu espaço na casa e até o carinho dos pais. Sua melhor amiga, Nat, foi despachada para a França pela mãe, arruinando os planos das duas adolescentes para o verão. E Harriet ainda luta para não pensar em Nick, mas tirar alguém da cabeça não é tarefa simples. Então, quando surge uma oportunidade de estrelar uma campanha exclusivíssima no Japão, é hora de sacudir a poeira e dar a volta por cima. Mas será que vai dar certo? Pelo jeito, não...

A avó de Harriet, escalada para acompanhá-la à Terra do Sol Nascente, praticamente some quando as duas chegam lá. Suas companheiras de apartamento parecem legais, mas a maquiagem esconde segredos e sentimentos que não podem ser revelados. Para completar, Nick está no Japão e aparece em todos os lugares aonde Harriet vai. E ele continua lindo! Harriet está carregando um peso enorme nas costas, mas precisa ser delicada como uma flor de cerejeira se quiser pôr ordem no caos que se instalou em sua vida. Será que a geek favorita de todos vai mostrar do que é capaz? Aperte os cintos e embarque para o outro lado do mundo em uma história para lá de bacana!

No último livro,Harriet, por mais que não concorde com a idéia de ser mais prestigiada  na beleza do que sua amiga Nat( que sempre fora o sonha dela), aprimora seus conhecimentos sobre o mundo fabuloso da moda e segue em frente com a nova profissão(maluca) que lhe ofereceram num dia inusitado.

Harriet tem uma personalidade forte, como é afirmado no primeiro livro da série, e podemos observar sua negação em certas escolhas.Não é obrigada a fazer completamente nada que esteja fora dos seus valores, e com esse pensamento, acaba levando seu emprego por muitas vezes para a corda bomba.Isso não prejudica sua imagem, mas faz com que sua chefe perceba a grande potencialidade na menina que mal sabia se equilibrar num salto de quinze centímetros.

“Em quase todos os filmes românticos a que já assisti,sempre há um momento em que herói e a heroína se encontram,e o resto do mundo se torna um borrão.Não importa onde eles estão;as únicas coisas que conseguem ouvir ou ver são eles mesmos.” Página 162


Nessa continuação, o leitor consegue ir mais a fundo com os sentimentos da Harriet.Há mais esclarecimentos de como a vida artística é realmente um pesadelo lá fora, e não mil maravilhosas como muitas pessoas pensam.Mas Harriet consegue se manter em pé: com um pai super engraçado( eu ficava rindo sozinha,ahahahah), uma madrasta protetora e uma melhor amiga, todas as coisas tomaram seu rumo certo nesse livro.

Mesmo com todos os problemas da fama, as mentiras que de Nick e todas as armadilhas que esse mundo cria,Harriet aposta em si mesma de uma forma nunca vista antes e tem a certeza de que está no caminho certo.Ela vai á trabalho para o Japão e lá se enfrenta para almejar o que tanto quer: ser reconhecida.Durante esse meio tempo, descobre que a madrasta está grávida e que Nick a ama.Diante de toda a situação caótica( com os melhores amigos longe e sentindo falta do Nick), Harriet se vê obrigada é tomar apenas uma atitude: descobrir o melhor de si e mostrar para o mundo.


A história( no geral) fala sobre aceitar quem você é e nunca mudar seu jeito apenas para se encaixar em determinados “grupinhos” ou até mesmo no local de trabalho.Um tema super atual e complicado,hm?

Estou louca para a continuação.

Xoxo,


Carol!

dezembro 03, 2015

(Edição Comportamento) A tal da Independência

Sim, eu ainda moro com meus pais.E sim, não sei cozinhar.E sim, não sei fazer um monte de coisa, mas calminha aí.Uma coisa de cada vez senão tropeço na coisa toda.Eu (quase) estou formada em Letras pela UNIP.Paguei a própria facul, então, é...sou meio independente,certo?É horrível precisar de dinheiro dos outros para fazer qualquer coisa.Ainda tenho que aprender MUITA coisa, mas a vida ensina de qualquer jeito,hm?Deixa eu esclarecer alguns pontos beeeem legais sobre esse negócio de ser independente.

1)Comprar o que quiser
O dinheiro é seu.O esforço é seu.Faça o que bem entender.Eu gasto muito dinheiro com livro( tipo,muuito,ahahahah) e as pessoas que convivem comigo sabem como amo isso e como deixaria de comprar várias coisas apenas para ter essas pequenas histórias em minhas mãos.Eu sei o quanto batalho para ter meu próprio dinheiro e posso muito bem gastar com o que bem entender,obrigada.

2)Quanto mais dinheiro, mais responsabilidade.
O negócio é que você cresce e com isso a responsabilidade também.Eu, pelo menos, sei o quanto meus pais lutaram a vida toda pra ter o que preciso e por isso, nada mais justo do que ajudar com as contas em casa, né?E daí você precisa se ajustar com o dinheiro e as contas e com as futuras prestações de celulares, computadores e afins.Porque sim, se é uma necessidade e você não tem todo o dinheiro agora, você vai fazer boletos e outras formas de pagamento que vãaaaaao se alongar ás vezes e daí precisa dar uma "rebolada" para deixar as contas em dia.

3) Liberdade pra dentro da cabeça!
Foi díficil conciliar o trabalho e a faculdade, mas ainda sim o orgulho de ter feito as duas tão bem permanece em mim até hoje,sabe?Eu sou muito grata por tudo ter dado certo.E grata por ter pagado a faculdade, porque a responsabilidade de tudo foi INTEIRAMENTE minha,sabe?Qualquer problema sairia do meu bolso mesmo.

4)As dicas finais
Ainda preciso aprender muita coisa.Já pensei em sair de casa para construir uma vida em outro lugar, mas quando penso no gasto que isso vai me trazer, penso de novo e novo e novo,rs.Então quer ser completamente independente?Precisa pensar no lugar que vai morar, se compensa, se é perto do trabalho, quanto vai gastar por mês e como vai sobreviver.Acho que essa são as dicas básicas para o kit de sobrevivência.

E aí, gostaram das minhas dicas?Gostariam de acrescentar mais dicas?


Xoxo,

Carol

dezembro 02, 2015

(Resenha) Geek Girl 1, by Holly Smale

PS:(Foto retirada da internet)
Informações técnicas
Título    Geek Girl
Páginas                256
Edição   1ª
Tipo de capa      Brochura
Formato              Livro
Editora Fundamento
Ano       2014
Assunto               Juvenil - Literatura Juvenil
Idioma  Português

                              Sinopse
"Meu nome é Harriet Manners e sou uma geek." Harriet Manners tem 15 anos e sabe tudo... sobre quase tudo. Ela só não sabe porque ninguém na escola parece gostar dela - especialmente sua arqui-inimiga Alexa, que adora humilhá-la todos os dias. Harriet só queria que sua vida fosse diferente... Quando Nat, sua melhor amiga, a arrasta para fazer compras num evento badalado, Harriet é descoberta por uma agência de modelos. É a grande chance de recomeçar! Mas tem um pequeno detalhe: Harriet não conhece nada sobre moda.

Na verdade, ela não "Dá a mínima para a moda". E, claro, tem a Nat, que é linda, fashionista e sempre quis ser modelo. Seria como roubar o sonho da sua melhor amiga, não é? Harriet decide fazer uma sessão de fotos com o famoso - e incrivelmente lindo! - Nick, mas esconde a verdade e mente para as pessoas que ama. O que ela não esperava é que no dia seguinte essas fotos fossem estar nas capas de todas as revistas de moda! Em meio a muitas confusões, Harriet descobre que ser modelo não é nada fácil... Afinal de contas, também existem "Alexas" nas passarelas. Será que Harriet vai gostar do mundo da moda? Ou melhor, será que o mundo da moda vai gostar dela?

Eu estava louca por essa série desde..há muito tempo.Me interessei pela sinopse e a capa ajudou bastante na minha escolha quando fui á livraria.Aliás, as capas da editora Fundamento( mesmo que a capa original seja parecida) são lindas e eu sempre fico maravilhada.
Harriet é nossa protagonista e geek oficial e acaba de assumir essa nomeação porque escreveram na bolsa dela.

“Você sabia que antigamente, a palavra “geek” era usada para descrever um daqueles aristas de parque de diversão que arrancavam a cabeça de uma galinha, cobra ou morcego vivo com os dentes,como ponto alto de seus shows?” Página 6.

Talvez seja uma leitora-barra-fã assumida de Meg Cabot, mas sei lá, tenho a impressão de que todos os autores contemporâneos estejam fazendo isso.Digo, o personagem tem alguns pensamentos e aí começam a listar.Não acho isso ruim, mas creio que virou uma certa “modinha”.

“ 1. Minha mãe já morreu.Normalmente esse é motivo...
2. Tenho uma madrasta.Ela se casou com o papai...
3.Papai trabalha com publicidade...” Página 14 e 15.

O que vocês acham sobre essa nova forma de chamar a atenção do leitor?Porque ok, creio que seja a maneira mais esperta para não criar um texto enooooorme com os pensamentos da personagem, mas sei lá.

Harriet é a pessoa mais atrapalhada e irônica que você já conheceu na vida.Acontece as situações mais inusitadas em sua vida e tudo que podemos fazer é rir.Logo no começo da história, Harriet destroi uma feira de chapéus e no meio dessa bagunça, um cara( que ela pensa ser um policial) a leva para um canto elogiando-a de um modo estranho.

Quem vai pensar que após deixar a dona de feira de chapéus bem brava, apareceria um "olheiro" de modelos e transformaria sua vida?Ninguém,claro.Mas era verdade: Harriet, aparentemente, tinha o "porte" para arrasar nas passarelas.
Só tem dois pequenos problemas.Um: Harriet não sabe absolutamente NADA sobre moda ou sobre esse mundo louco e fora de controle.Dois: ser modelo sempre foi o sonho de Nat, sua melhor amiga, e não dela.Já viu tudo né?O circo pega fogo á cada capítulo e ficamos sedentos por mais e mais cenas dessa vida estranha de Harriet.

Então, Harriet, no momento dessa notícia bombastíca,faz uma coisa muito inesperada: se esconde debaixo duma mesa no meio da feira.Ok, essa cena ficou meio estranha, porque não entendi muito bem como a autora arranjou essa mesa do nada.
E é nesse exato momento que conhece Nick, um garoto quase da mesma idade que aparentemente está fugindo do seu agente também.

Holly tem uma escrita leve, engraçada( ri muito,ahahahah) e irônica.Eu amei a personalidade da Harriet no livro todo.Ela pode ser nossa amiga.É doida,maluca,amiga,humilde e tem os mesmos problemas de família e amorosos que temos.É bem fácil aproximar o leitor dessa maneira,certo?

O pai da Harriet é hilário.Tipo,sério.Toda cena que ele aparece, é uma risada certa.E a madrasta,Annabel, é a "cabeça firme" da família.Mas quando estão juntos, são diálogos bem engraçados.

Harriet tem uma rixa com Alexa( a tipica víbora do ensino médio) e isso nos faz perceber que ela sofre bullying.E o fato de tornar-se uma super modelo poderia( uma possibilidade remota na cabeça dessa mocinha) mudar o pensamento desse grupinho de malvadas e talvez( quem sabe?) fazer com que todos virassem amigos.

Eu gostei MUITO de ler essa história e estou ansiosa pelo segundo volume.Se não me engano, Geek Girl é uma trilogia e mal posso esperar para ver como a vida de Harriet vai engatar de vez :)



(E sim, eu sei que deveria ter terminado antes de novembro( porque está nas leituras que eu faria neste mês, mas não consegui.Não me julguem,rs.Aliás, a maioria daqueles livros só vou soltar a resenha em dezembro,rs.) 

Beeijo :)









dezembro 01, 2015

(Desabafo) Músicas sobre superação

O que está acontecendo com o mundo?Quem não consegue responder essa pergunta levanta a mão aí, porque sério, está díficil para qualquer um, caro amigo( ou amiga).Eu amo música tanto quanto poesia, porque é uma das formas mais bonitas para expressar o que sente e com isso ajudar a sociedade a passar por algo grandioso e complicado,certo?E creio que sentimos uma proximidade muito grande com a música porque ao entendermos aquela letra, sabemos que o artista ali também é HUMANO.E isso nos dá uma satisfação fora do comum,right?

Eu tenho escutado Rachel Platten,Kelly Clarkson,Cassade Cope e até Taylor Swift.Todas elas tem abordado cada vez mais o assunto de " ok, juntas venceremos" ou simplesmente músicas que falem sobre o processo de ficar mal com alguma coisa e não saber lidar com isso.Fight Song é da Rachel Platten e fala sobre um momento em que ela não acreditava em nada.Nenhuma gravadora achava Rachel boa o suficiente para estrelar no mundo artístico e de repente, a música virou até uma superação para crianças com câncer.
Taylor Swift com a música Clean fala sobre aquele momento sufocante em que não sabemos o que fazer, até nos sentirmos realmente limpas e prontas para enfrentar o que devemos enfrentar.E daí, todas essas músicas( lindas e que sempre me ajudam, só para constar) me fizeram pensar.O que está acontecendo com as pessoas?Porque estão agindo dessa forma?Porque o amor virou apenas um sentimento qualquer?E principalmente, porque as pessoas estão tão egoístas que nem enxergam os momentos preciosos que perdem?A partir disso, entendemos os motivos das guerras, dos relacionamentos que nunca dão certo e outras questões que nos envolvem nesse mundo estranho.

Ame.Com todo o seu coração.Te machucaram?Perdoe.Te fizeram de besta?Perdoe.O perdão é o primeiro passo para se recuperar desse abismo em que todos parecem se jogar em qualquer hora.Vamos demolir esse abismo.Vamos fingir que nem existe essa escuridão para podemos nos concentrar no amor.Ok?Combinado?Se está passando por um momento díficil, converse com o próximo.Ou converse comigo,ahahah.Não engula tudo, senão isso toma uma proporção maior e pronto.

Vocês querem saber as músicas que andei escutando? Olha que repertório lindo:
Kelly Clarkson - Invincible 
Rachel Platten - Fight Song
Cassade Pope - I am invincible
Taylor Swift - Clean
Demi Lovato - Waitin for you

E aí, o que vocês pensam sobre isso?

Xoxo,

Carol